BRASÍLIA – A Associação Brasileira de Municípios (ABM) reafirmou seu protagonismo e sua capacidade de articulação política durante a 6ª Conferência Nacional das Cidades (6ª CNC), encerrada na última sexta-feira (27), no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). Com uma atuação estratégica junto ao Governo Federal, a entidade garantiu que as demandas reais dos gestores locais fossem incorporadas às diretrizes da nova Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU).
Representando a ABM em frentes decisivas de diálogo, o conselheiro José Antônio Prates destacou-se na articulação entre o poder público municipal e as esferas federais. A presença da ABM no evento foi fundamental para assegurar que o pacto federativo fosse respeitado, garantindo que as cidades não sejam apenas executoras, mas formuladoras das políticas nacionais. Para a ABM, a conferência não foi apenas um espaço de debate, mas uma demonstração de força política. Através de José Antônio Prates e outros quadros técnicos, a associação atuou diretamente na construção de consensos.
O evento, que contou com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro das Cidades, Jader Filho, homologou um texto final que servirá de bússola para os próximos anos. A ABM defendeu pautas urgentes que agora constam no documento oficial, como o enfrentamento à crise climática com aporte de R$ 32 bilhões para prevenção de desastres, o foco na regularização fundiária e ampliação do Minha Casa, Minha Vida, além de investimentos de R$ 50 bilhões em mobilidade e novos eixos de transformação digital.
O encerramento da 6ª CNC também marcou a homologação das entidades que integrarão a nova gestão do Conselho das Cidades (ConCidades). A ABM, como legítima representante dos municípios, segue fortalecida mantendo um canal direto com o Governo Federal. Com a conclusão desta etapa nacional, a ABM agora monitora a implementação dessas diretrizes para garantir que os recursos pactuados cheguem efetivamente a cada prefeitura do país.






