A cidade de Campo Grande foi palco da 2ª edição do Diálogos Federativos, iniciativa promovida pela Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República e a Associação Brasileira de Municípios (ABM). O encontro reuniu representantes dos governos federal, estadual e municipal para debater propostas e caminhos para fortalecer a cooperação federativa.
Com foco na escuta ativa e na construção coletiva, o evento buscou ampliar o diálogo entre os entes federados. As discussões resultaram na formulação de propostas que serão encaminhadas ao Conselho da Federação — órgão colegiado responsável por promover a articulação entre os três níveis de governo, com ênfase no desenvolvimento sustentável e na redução das desigualdades sociais e regionais.
As atividades foram organizadas em grupos de trabalho (GTs), estruturados de acordo com as câmaras técnicas do Conselho da Federação. O GT 1 abordou temas relacionados à gestão, governança e planejamento; o GT 2 discutiu estratégias para o desenvolvimento sustentável, incluindo mudanças climáticas; e o GT 3 concentrou-se em questões sociais, como segurança alimentar e agricultura familiar.
O encerramento contou com a participação de autoridades dos três níveis de governo, entre elas Julio Pinheiro (Secretário de Assuntos Federativos da Presidência da República), Eduardo Rocha (Secretário da Casa Civil do Mato Grosso do Sul), Rodrigo Perez (Secretaria de Governo e Gestão Estratégica), e Gilmar Dominici (Vice-Presidente de Relações Institucionais da ABM), que representou o Prefeito e Vice-Presidente da Região Centro Oeste (ABM) Gabriel Boccia, presente na abertura e nas discussões dos grupos de trabalho.
A edição sul-mato-grossense contou com a presença de mais de 100 gestores públicos e a participação ativa de diversas prefeituras. O evento teve o apoio do Governo do Estado, da Fundação Escola de Governo e do Hospital São Julião, que sediou o evento. Com mais três edições programadas, o projeto avança com a proposta de alcançar todas as regiões do país, fortalecendo uma agenda federativa descentralizada, colaborativa e voltada à escuta dos territórios.






